Dicas

Exame Prático
Será considerado reprovado na prova prática de direção veicular o candidato que cometer falta eliminatória ou cuja soma dos pontos negativos ultrapasse a 3 (três).
O candidato será avaliado, no Exame de Direção Veicular, em função da pontuação negativa por faltas cometidas durante todas as etapas do exame, atribuindo-se a seguinte pontuação:
I – uma falta eliminatória: reprovação;
II – uma falta grave: 03 (três) pontos negativos;
III – uma falta média: 02 (dois) pontos negativos;
IV – uma falta leve: 01 (um) ponto negativo
Constituem faltas no Exame de Direção Veicular, para veículos das categorias “B”, “C”, “D” e “E”:
I – Faltas Eliminatórias:
a) desobedecer à sinalização semafórica e de parada obrigatória;
b) avançar sobre o meio fio;
c) não colocar o veículo na área balizada, em no máximo três tentativas, no tempo estabelecido;
d) avançar sobre o balizamento demarcado quando da colocação do veículo na vaga;
e) usar a contramão de direção;
f) não completar a realização de todas as etapas do exame;
g) avançar a via preferencial;
h) provocar acidente durante a realização do exame;
i) exceder a velocidade indicada na via;
j) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza gravíssima.
II – Faltas Graves:
a) desobedecer à sinalização da via, ou do agente da autoridade de trânsito;
b) não observar as regras de ultrapassagem ou de mudança de direção;
c) não observar a preferência do pedestre quando ele estiver atravessando a via transversal na qual o veículo vai entrar, ou ainda quando o pedestre não tenha concluído a travessia, inclusive na mudança de sinal;
d) manter a porta do veículo aberta ou semi-aberta durante o percurso da prova ou parte dele;
e) não sinalizar com antecedência a manobra pretendida ou sinalizá-la incorretamente;

f) não usar devidamente o cinto de segurança;
g) perder o controle da direção do veículo em movimento;
h) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza grave.
III – Faltas Médias:
a) executar o percurso da prova, no todo ou parte dele, sem estar o freio de mão inteiramente livre;
b) trafegar em velocidade inadequada para as condições adversas do local, da circulação, do veículo e do clima;
c) interromper o funcionamento do motor, sem justa razão, após o início da prova;
d) fazer conversão incorretamente;
e) usar buzina sem necessidade ou em local proibido;
f) desengrenar o veículo nos declives;
g) colocar o veículo em movimento, sem observar as cautelas necessárias;
h) usar o pedal da embreagem, antes de usar o pedal de freio nas frenagens;
i) entrar nas curvas com a engrenagem de tração do veículo em ponto neutro;
j) engrenar ou utilizar as marchas de maneira incorreta, durante o percurso;
k) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza média.
IV – Faltas Leves:
a) provocar movimentos irregulares no veículo, sem motivo justificado;
b) ajustar incorretamente o banco de veículo destinado ao condutor;
c) não ajustar devidamente os espelhos retrovisores;
d) apoiar o pé no pedal da embreagem com o veículo engrenado e em movimento;
e) utilizar ou Interpretar incorretamente os instrumentos do painel do veículo;
f) dar partida ao veículo com a engrenagem de tração ligada;
g) tentar movimentar o veículo com a engrenagem de tração em ponto neutra;
h) cometer qualquer outra infração de natureza leve.


* Fonte: Resolução nº 168/04
Veículos
  1. É possível utilizar pneus de marcas diferentes, contanto que tenham o mesmo desenho e sejam colocados em eixos diferentes. Por exemplo: pneus de marca igual nas rodas dianteiras ou nas traseiras.
  2. Pneus do mesmo eixo devem ter desgaste semelhante, para evitar que novo (com sulco) e um quase "careca" prejudiquem o comportamento da direção.
  3. Verifique se há sujeira na jante, que pode prejudicar a vedação do pneu e permitir a saída de ar.
  4. O desgaste normal do pneu é indicado pelo limite de 1,6 milímetro tolerado pelo fabricante. O sulco raso e nivelado com inscrição TWI ou um triângulo na lateral, próximo ao ombro, indica o desgaste.
  5. Além do desgaste normal, por inteiro, pode ocorrer o desgaste da lateral, por desalinhamento do carro, no meio do pneu (arrendondado), por pressão muito alta, e nas duas laterais, por causa de pressão baixa.
  6. "Cantar" pneus nas curvas, freagens e arrancadas violentas; e velocidade alta provocam maior desgaste.
  7. Não utilize derivados de petróleo, pois estes produtos agem diretamente na textura do pneu, que acaba perdendo elasticidade.
  8. Evite "raspar" o pneu no meio-fio na hora de estacionar.
  9. Nao esqueça de calibrar o estepe, observando também o seu estado de conservação, para evitar surpresas desagradáveis numa emergência.
COMO CUIDAR MELHOR DE SEU CARRO
  1. Serviço - deixe seu carro ser cuidado por alguém em quem você confia e, de preferência, que dê acesso ao serviço.
  2. Combustível - escolha um posto para abastecer. Assim, você evita a adulteração com a mistura de combustíveis de posto para outro.
  3. Pneus - devem ser calibrados uma vez por semana. Ou então, você pode perder os pneus e consumir mais combustível.
  4. Alinhamento e Balaceamento - mantenha o veículo sempre regulado.
  5. Manutenção - obedeça o plano do fabricante do veículo, principalmente no que diz respeito a lubrificantes, inclusive os recém-lançados sintéticos.
  6. Dia-a-Dia - verificar regularmente a solução da bateria e o nível do óleo.
  7. Faróis - tenha sempre regulados. E cuidado na utilização dos faróis altos. O motorista ofuscado ficará um certo tempo sem enxergar, após passar pelo seu carro.
  8. Segurança - cheque sempre os freios, utilize o cinto de segurança dirija Defensivamente e esteja sempre em dia com o seguro.
* Dicas do Engenheiro Mecânico Welliton Quintella Nunes
LEMBRETES
  1. Passar em quebra-molas com o carro torto pode enpenar o chassi.
  2. Pisca-alerta só com o carro parado.Em túnel pode provocar acidente.
  3. Dar um "banho" no carro após a praia e rodar em plena orla com chaparia molhada contribui para impregnar o salitre e acelerar o processo corrosivo.
  4. Motor se lava com água - pulverizar é desaconselhado pelos fabricantes, pois o óleo estraga as borracha
LINGUAGEM DE CAMINHONEIRO
Os motoristas de caminhões, especialmente os que trafegam pelas estradas, costumam se comunicar através de sinais, o que muitas vezes evita acidentes. Os principais sinais utilizados pelos caminhoneiros são os seguintes:
  1. Pisca-pisca ligado para a esquerda (indica que vem um veículo em sentido contrário e não há condições de ultrapassagem).

  2. Pisca-pisca ligado para a direita (indica Pista livre para ultrapassagem).

  3. Piscar os faróis para o veículo que vem em sentido oposto, com a mão oscilando como um pêndulo (indica acidentes na pista - colisão, queda de barreiras, pista impedida, animais ou pedestres na pista).

  4. Piscar três vezes o farol, com a mão para baixo com quatro dedos abertos (indica animais na pista).

  5. O mesmo sinal com apenas dois dedos (pedrestes na pista).

  6. Piscar faróis duas vezes seguidas (durante o dia) ou ligar e desligar as luzes rápida e sucessivamente por duas vezes, à noite (indica Polícia Rodviária).

  7. Pisca-pisca da direita e da esquerda ligados alternadamente repetidas vezes (indica caminhão vindo em sentido contrário e alerta para a largura da carroceria, ajudando a evitar colisões em pistas estreitas ou secundárias).

  8. Piscar faróis insistentemente para o veículo que vai à frente ou dar toques intermitentes na buzina (indica que qualquer coisa não vai bem ou que o motorista está com sono e dirigindo com perigo e imprudência).

  9. Buzinar duas vezes rapidamente (indica agradecimento).

  10. Pisar de leve no freio por duas vezes, complementando com gesto de braço (indica que o veículo à frente vai parar).

  11. Piscar farol, buzinar insistentemente, ligar-pisca alerta (indica alguma situação de desepero, como por exemplo, perder o freio numa descida).

* Fonte: Shell Responde Motoristas